Tito Pé-Bombado é um personagem interpretado por João Coelho na campanha Alma Éter.
"Que a maré guie a tua sabedoria."

Aparência
Pele Branca, cabelos cacheados e ruivos curtos, olhos azuis. Possui a altura de um halfling padrão, com cerca de 90 centímetros e é bem forte.
Personalidade
Tito é um personagem movido por determinação e um profundo senso de propósito. Ele tem uma mentalidade estratégica e não teme fazer sacrifícios para alcançar seus objetivos, como demonstrado ao ativar a forja e ao aceitar a destruição do semiplano para salvar Lurkron. Seu comportamento sugere que ele é guiado por uma forte convicção em algo maior do que ele mesmo, seja um ideal, um deus ou uma causa.
Apesar de sua seriedade, ele tem um lado teimoso e persistente, que pode levá-lo a tomar decisões arriscadas, como insistir em acompanhar Lurkron mesmo quando este parecia estar evitando contato. No entanto, essa mesma teimosia também demonstra sua lealdade e compromisso com aqueles que considera importantes.
Ele é um personagem que valoriza o conhecimento e a compreensão, como visto em sua busca por respostas na forja e em sua análise do papel de cada elemento no funcionamento da criação. Tito tem uma mente inquisitiva e filosófica, refletindo sobre a natureza das forças ao seu redor e buscando compreender as regras do mundo em que vive.
Família
Isabel Pé-Bombado
Avó
Tales Pé-Bombado
Pai
Zélia Pé-Bombado
Mãe
Tatiana Pé-Bombado
Irmã
Tadeu Pé-Bombado
irmão
Aliados
Ivan, clérigo itinerante da tempestade, primeiro mestre de Tito
Irmão Rogar, clérigo da forja, segundo mestre de Tito
Galenil, melhor amigo e alto bibliotecário da ordem
Inimigos
Nyarlathotep
Askamanos
Lavenir
Backstory
Tito Pé-Bombado nasceu na cidade de Durbot, no Ducado de Linan, em meio a uma família de comerciantes renomados por produzir o melhor vinho halfling de Zaratustra. Os Pé-Bombado eram mestres na arte da vinificação, usando técnicas tradicionais para criar sabores únicos, desde os clássicos vinhos de uva até os exóticos feitos de manga e pitaia. A prosperidade da família crescia, e entre seus clientes mais ilustres estavam os elfos de Celestia, em Puglia.
Porém, a sorte que sempre favorecera os Pé-Bombado começou a ruir. A colheita falhou, os negócios declinaram, e, diante da necessidade de renegociar seus contratos, o patriarca Tales Pé-Bombado decidiu viajar com sua família até Puglia. A jornada, no entanto, terminou em tragédia. Uma tempestade traiçoeira fez o navio colidir contra uma rocha oculta, e as águas revoltas tomaram a vida de seus entes queridos. Tito, então apenas uma criança, perdeu a consciência no meio do desastre, mas, em meio ao silêncio do oceano, ouviu um sussurro misterioso: “Lute, vença e suba.”
Quando despertou, seus olhos ardendo com o sal do mar, encontrou-se agarrado a um pedaço de madeira flutuante. À deriva, acabou chegando a uma encosta pedregosa ao leste de Celestia, onde foi resgatado por um clérigo idoso de Lurkron chamado Ivan. O velho, de barba rala e sotaque distinto, acolheu Tito, oferecendo-lhe alimento e água antes de levá-lo ao Conselho da Teocracia de Azalén.
Nos dias seguintes, Tito e Ivan retornaram à costa na esperança de encontrar sinais do navio, mas nenhum destroço da embarcação jamais chegara ao porto ou a praia. Segundo Ivan, as orcas haviam levado os espíritos dos Pé-Bombado para o outro lado do oceano. Ao questionar se poderia se comunicar com sua família, o velho clérigo explicou que, através das conchas de caranguejos-eremitas, era possível sintonizar as preces ao mar e ouvir seus ecos distantes.
Aos quatro anos, órfão e sem rumo, Tito tornou-se noviço da Ordem de Lurkron.
Em pouco tempo, seu passado como comerciante de vinhos e seus parentes mais distantes como seus tios, primos e sua calorosa avó, Isabel Pé-Bombado, haviam sido levados pelas orcas, junto de sua família.
O tempo passou, e o pequeno halfling demonstrou notável talento como acadêmico e historiador. Porém, com a morte de Ivan, foi transferido para os aprendizados da forja, sob a tutela de Rogar, um anão do Juramento da Forja. Foi nesse período que Tito se encantou pelos antigos textos e pelas artes arcanas da metalurgia. Sua paixão pelo conhecimento o aproximou de Galenil, um jovem elfo devorador de livros, com quem desenvolveu uma amizade duradoura.
Aos dezessete anos, Tito fez seu juramento na forja, tornando-se um clérigo de Lurkron. Como prova de sua fé, encantou uma lança de mitral, combinando sua devoção e o poder da magia com as técnicas da forja sagrada.
Com o passar dos anos, sua reputação cresceu, e aos vinte e oito anos recebeu o título de diplomata da ordem, viajando para expandir alianças e fortalecer a influência de Azalén. Sua missão mais desafiadora veio quando foi encarregado de obter pedras de Lumem no reino de Karinos, em Zerrânia, para restaurar os observatórios e ativar a lendária Forja da Tempestade. Com esses artefatos, esperava-se forjar equipamentos capazes de combater a doença dos askamanos e os cultistas de Anamelech.
Contudo, as lideranças de Karinos recusaram-se a negociar. Desesperado para cumprir sua missão, Tito tentou roubar uma das pedras, mas foi capturado e condenado à prisão. Seu destino agora é incerto, mas uma coisa é certa: o fogo da forja ainda arde em seu coração, e sua história está longe de acabar.
Alma Éter | Temporada 1
A Saga da Primeira Temporada: A Busca pela Forja da Tempestade
Na vastidão do mundo de Namar, em meio à Quinta Era, um grupo de aventureiros se uniu para cumprir uma missão crucial: encontrar a mítica Forja da Tempestade e criar armas capazes de proteger Azalén da doença maldita de Askamanos. Suas jornadas os levaram a perigos inimagináveis, traições e revelações que mudariam o curso da história.
A história começa com Tito, um talentoso artífice, sendo capturado ao tentar roubar uma pedra de Lúmen – um artefato essencial para os observatórios da Ordem de Lurkron. Sua fuga se concretiza graças a Lavenir, um enigmático aprendiz de Tennor Guy, conhecido como o Guia. Juntos, eles iniciam uma jornada em busca de aliados e conhecimento.
Durante a fuga, o grupo encontra Baldur, um antigo guia dos Guardiões que, no passado, ajudou a derrotar Merlin na Terceira Era. A aliança com Baldur os leva a uma missão no Templo de Lanuro, onde resgatam um ovo de dragão cinzento para Lavenir – uma criatura que deveria ser chocada na Forja da Tempestade. No entanto, a jornada não seria fácil. Enfrentando guerreiros de Vannon, Tito acaba sendo transportado para Salute, onde impede a prisão de Lavenir, retornando ao grupo pouco depois.
O grupo obtém um navio e segue para Balthair, um continente congelado, levando consigo o prisioneiro Vivaldi. No entanto, sua chegada é marcada por desafios. O navio é cercado pelo gelo, e um terrível Behir os ataca. Durante a luta, Tito perde uma perna, mas encontra o lendário Anel de Thor, que lhe concede resistência ao frio. A busca os leva ao Observatório de Balthair, um local agora habitado por Nyarlathotep, uma entidade demoníaca ancestral. Lá, utilizam a pedra de Lúmen para ativar o observatório e descobrem uma armadura mágica da Primeira Era.
Na tão aguardada Forja da Tempestade, o ovo de dragão finalmente se abre, revelando um filhote com uma estranha aura sombria. As reviravoltas não param: Lavenir se revela um antigo general de Merlin e trai o grupo, levando a um embate que redefine suas perspectivas sobre o passado e o futuro.
Sem escolha, o grupo é transportado para Mercerys, 36 anos no futuro. O cenário é caótico, com rebeliões humanas contra o rei sendo lideradas por Utheas, Dogith e Ercobethes. No meio das tensões políticas, os heróis testemunham um evento histórico: o retorno dos dragões. Hector e Tarik, antigos companheiros, se envolvem em uma conspiração para derrubar o rei de Mercerys, resultando em sua morte e na ascensão de um novo soberano aliado ao império de Toria.
De volta a Azalén, Tito enfrenta um julgamento pela Ordem de Lurkron, acusado de deserção. Porém, a entrega de uma carta do antigo rei de Azalén prova sua lealdade, permitindo sua reintegração. No entanto, conspirações emergem das sombras: Tito descobre que membros da Ordem estão envolvidos no sequestro da princesa de Toria.
O grupo se dirige a Forvor, onde reencontram Nyarlathotep, agora possuindo Baldur. Em meio à batalha, Tito sofre uma emboscada e perde completamente a visão. No entanto, uma visão divina lhe traz um novo destino. O deus Hefesto concede a ele cinco navios e um olho dourado mágico, um presente que pode mudar o rumo da guerra.
Na tentativa de mediar um cessar-fogo entre os reinos, Tito se vê diante da corrupção de Askamanos, o mago responsável pela praga em Azalén. Sua jornada, no entanto, está longe de terminar. As ameaças persistem, com Nyarlathotep espalhando seu terror e Askamanos manipulando as sombras. Com aliados como Pan, Baldur, Tennor Guy e muitos outros, Tito e seu grupo seguem adiante, determinados a lutar por Azalén e encontrar um meio de deter seus inimigos.
A primeira temporada se encerra com incertezas, revelações e um destino que promete desafios ainda maiores. O futuro de Azalen ainda está em jogo, e os heróis precisarão de toda sua força para enfrentar o que está por vir.
Alma Éter | Temporada 2
A segunda temporada começa com Tito dentro das entranhas da Forja da Tempestade, carregando o peso de um mundo em colapso e o nome de um deus aprisionado. O mundo lá fora ruía — Azalén havia sido engolida pelo Protetorado de Tória, os fiéis de Lurkron se espalhavam como cinzas ao vento, e o mal que havia corrompido tantos ainda sussurrava pelos cantos do plano.
Foi nesses corredores sombrios que Tito reencontrou Galenil — seu melhor amigo desde os tempos da forja, o elfo apaixonado por livros que havia crescido ao seu lado. Mas o reencontro não durou o tempo que merecia. Juntos, descobriram que Lurkron estava aprisionado no abismo abaixo da forja, e que a única forma de ativá-la exigia um vínculo vivo — um sacrifício. Galenil, sem hesitar, se entregou à forja. Rezaram juntos, refletindo sobre o ciclo das ondas e das rochas, sobre o papel de cada pedaço no movimento que transforma o minério. E então Galenil se foi, unido para sempre ao coração da tempestade.
Tito desceu. Construiu um guindaste com as próprias mãos e mergulhou no abismo em busca do seu deus. Encontrou-o envolto em tentáculos, adormecido em sua forma feral — e ao se aproximar, conseguiu ouvir a voz de Pam ecoando de longe, como um sinal de que o mundo ainda respirava.
Mas libertar Lurkron não seria simples. Uma entidade luminosa — O Carcereiro — revelou que apenas a água do mar poderia despertar o deus dos mares. E foi então que surgiu Mark, uma fada corrompida por Nyarlathotep, que outrora servira ao próprio Hefesto. Mark ofereceu o impensável: inundar o semiplano inteiro, destruir a forja, salvar Lurkron. Tito aceitou. Queimou a própria casa para salvar a esperança.
A forja afundou. As águas tomaram tudo. E Tito, agarrado ao Mark, foi lançado aos Mares de Namar.
Seguiram os rastros de Lurkron em sua forma selvagem até a República de Salute, onde o deus — agora com aparência de homem sem memória — havia se alistado na tripulação do Capitão Hancock. Tito o seguiu em silêncio. Fingia não reconhecê-lo. Esperava.
O plano para testar a identidade do homem foi tosco e quase fatal: Tito simulou um afogamento, Mark empurrou o homem, e Lurkron — mesmo desmemoriado — não teve escolha senão salvar o halfling. No processo, quase se afogou. Tito o resgatou com magia e força, e naquele momento soube: era ele.
Mas Lurkron sabia de algo que Tito ignorava. O halfling carregava um objeto corrompido por Nyarlathotep — uma mácula que crescia invisível dentro dele. Em vez de palavras suaves, o deus ordenou que Tito se jogasse ao mar. As águas arrancaram seu olho podre. A dor foi intensa, mas quando abriu os olhos — enxergava. A corrupção havia sido expurgada.
Reunidos com o grupo — Hector, Tarik e os demais — Lurkron examinou um mapa antigo com as localizações das Relíquias da Forja. A mais próxima: o Amuleto da Vida, ao norte de Karinos. E havia ainda outra pista: usando sangue no Observatório de Tória, seria possível rastrear a princesa desaparecida.
A temporada foi breve, mas deixou marcas fundas: Tito perdeu o amigo de infância, destruiu seu templo, foi purificado pelas águas e recebeu uma missão. Rumavam para Karinos — e o caminho exigiria deixar as armas para trás, cruzar fronteiras sem proteção, e confiar em desconhecidos.
Alma Éter | Temporada 3
A terceira temporada começa em Karinos, onde o grupo conheceu Dalen, um elfo bruxo refugiado de Azalén, que os guiou até o túmulo de Pam para prestar homenagens. Os pertences haviam sido saqueados, mas a trilha levava adiante — até um Templo dedicado à Vida Primordial, guardado por vozes ancestrais que revelaram verdades pesadas: Lavenir havia rasgado o Véu, o tecido mágico que separa as realidades, para ampliar seus poderes. No caminho, um Yeti atacou o grupo nas montanhas, e Tito salvou Dalen de morrer naquele nevasco, iniciando uma amizade que definiria o restante da campanha.
Dentro do templo, as vozes confirmaram que as Relíquias da Forja da Tempestade não podiam ser tocadas por Lavenir diretamente, e que havia uma possibilidade terrível e tentadora: usar as relíquias para voltar no tempo, antes de tudo se romper. Tito teve uma visão clara — precisava pegar o colar que dormia naquele lugar. Em uma antiga catedral em ruínas, envolto em névoa esverdeada e cercado por espectros guardiões, ele realizou um juramento solene diante do artefato enquanto a voz de Lavenir ecoava como ameaça. Quando um Bodak surgiu e a catedral começou a ruir, Tito usou o colar e teleportou o grupo para longe.
Foram resgatados no espaço entre os planos pela nave Githyanki Lâmina Espectral, comandada pelo capitão Val'Zherak. Viajaram pelo Nexus adormecidos em câmaras de sono enquanto dois meses se passavam em Namar. Ao acordar, aprenderam os poderes do Colar de Contas de Oração — cinco pedras, cinco magias — e retornaram a Salute, onde encontraram Lurkron. O deus revelou o que restava de Azalén: nada. As terras absorvidas por Tória, a fé proibida, os fiéis espalhados. Mas ele havia reunido cem soldados leais, dispostos a reconstruir.
O grupo estabeleceu o Bastião da Atalaia das Cinzas em terras cedidas próximas a Salute. Lurkron fez um discurso diante dos cem membros reunidos, nomeou Tito seu representante — e retornou ao mar. Pela primeira vez, Tito estava sozinho no comando de um povo inteiro. Eleições foram realizadas com abertura ao povo, e Callia Dros — uma anã duergar redimida, dura como bigorna e justa como a maré — foi eleita líder da Ordem. Ela a batizou com um novo nome: Vigília das Cinzas. Não pela glória, mas pela reconstrução.
A Ordem firmou um Contrato Cívico-Militar com a República de Salute, garantindo autonomia religiosa e terras em troca de clérigos e serviços. O senador Gaius Marcelia encomendou ao grupo uma missão no Vale D'Ouro — uma região fértil dividida entre cinco famílias com interesses distintos — para descobrir qual delas havia vendido apoio a Tória. Tito negociou com cuidado, garantindo autonomia, eleições e representação. Mas a política cedeu lugar à guerra quando soldados sem bandeira foram encontrados num casarão estratégico e o grupo tentou uma abordagem furtiva que terminou em desastre.
Tito e Dalen foram capturados. Na prisão, um guarda tentou cortar a mão de Tito para roubar o colar. Dalen interveio e perdeu a própria mão no lugar. Tito o estabilizou com preces — e então o guarda ouviu a reza, cortou a mão de Tito, e o halfling morreu. Dalen rezou para seu Anjo. Uma lágrima dourada tocou o chão. Tito voltou. Logo depois, um dragão cinzento atacou o casarão, e Tito compreendeu: Lavenir havia chegado. Confrontou a criatura com palavras, não com armas — mas o dragão declarou que escolhia o caos, o renascimento de seu povo, e foi embora deixando fogo e cinzas para trás.
Um poema da Segunda Era apontava para uma relíquia escondida nas profundezas costeiras de Azalén. O grupo preparou uma expedição submarina com o navio submergível de Elbren Talvor, um inventor recluso, e após três semanas de preparação partiram. Em Azalén ocupada, a batalha se dividiu: Tito liderou tropas e libertou prisioneiros, mas foi capturado pelos Torianos e forçado a revelar informações sobre a Vigília das Cinzas. Soube que Callia também havia sido presa e condenada à execução naquela tarde. Enquanto isso, Hector, Tharik e Dalen exploravam túneis aquáticos, descobriam a Necrópole submersa e atravessavam um portal até a aldeia dos Filhos de Zora, um povo sereiano guardião de um templo de pedra branca.
O cofre dentro do templo resistia há milênios. Foi a semente de Silvana — plantada por Tharik ao custo de destruir o Salão dos Reis — que abriu caminho até o guardião: um Jin da Água, mestre de charadas. Tharik conquistou a Pedra de Sal e um Tridente. O Inquisidor de Tória abriu um portal e os levou diante do Rei, onde a verdade mais dolorosa emergiu: Galenil, o amigo sacrificado na forja, havia sido o mandante da morte da princesa de Tória e realizara rituais para Anamelek. O rei, descendente do antigo Escolhido Arslan, revelou profecias de cataclismos iminentes em Jarsh, Puglia e Rochedo Azul — e incumbiu o grupo de viajar para Jarsh. Callia foi executada antes que Tito pudesse impedi-lo.
Em Tória, o espírito de Galenil visitou Tito. Confirmou a desnecessária morte da princesa, o arrependimento tardio, e disse o que mais doía: nem ele, nem Tito, reergueriam Azalén. Isso caberia a um sangue ainda adormecido. Mas havia uma missão: Lurkron havia falado por meio do espírito. Tito deveria ser seu Campeão, encontrá-lo no Portão de Água, e abdicar do orgulho para enfrentar Lavenir — localizado onde caiu o primeiro meteoro. Tito vestiu a Armadura Antiga da Ordem, tomou o Tridente da Forja da Tempestade para si, pediu perdão ao Rei pelos crimes da Ordem — e o Rei nada respondeu.
No deserto de Jarsh, nas ruínas do antigo reino dos Elfos Pálidos, a batalha final contra Lavenir foi brutal. Tito evocou uma tempestade sobre o deserto, Lurkron surgiu em sua forma bestial, Tharik caiu, Dalen foi salvo pela Aura de Vitalidade de Tito, e Hector matou Lavenir ao absorver a Alma Éter. Mas então, sem aviso, Hector voltou suas chamas contra os próprios companheiros. Tito recusou seguir com ele. Hector o chamou de "seu clérigo favorito da Ordem de Lurkron" e lançou um Eldritch Blast que enviou Tito ao inferno, onde encontrou Isaak, antigo rei de Azalén — e recusou lutar. Voltou ao mundo apenas para ser despedaçado por um novo golpe, enquanto via Hector ascender aos céus. Antes de morrer, disse as últimas palavras ao único que ainda o ouvia.
Salve as pessoas, Dalen.
Tente salvar o Hector, se puder. Mas se não conseguir... faça o que não conseguimos hoje.
Tem um sangue ainda adormecido que vai reerguer Azalén. Não sou eu. Nunca fui eu.
Mas talvez você consiga! Encontre-o, ajude-o a retomar e resonstruir Azalen.
O que está morto não pode morrer, mas renasce mais forte e vigoroso.
— Tito Pé-Bombado, Campeão de Lurkron Deserto de Jarsh.
Tópico a ser escrito.
Apelidos
Títulos O portador do Tridente
Pronomes Ele/dele
Raça Halfling
Classe Clérigo
Domínio da Forja
Idade 36 (Morto em Combate)
Idiomas Comum
Dracônico
Halfling
Locais Azalén
Teocracia de Azalén
Durbot
Ducado de Linan
Jogador João Coelho