Introdução

Aerron D'Sivis é um personagem interpretado por Nikolas Raposo na campanha Relíquias do Passado.


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Descrição
Relacionamentos
Biografia
Campanhas
Curiosidades
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"Ah! Zilargo!"

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Descrição

Aparência
Gnomo grisalho com uma longa barba e um bigode bem aparado, tem olhos castanhos, um dos olhos dele tem uma cicatriz e fica fechado pois não funciona mais.

Veste uma pele de urso sobre a armadura de couro e sempre carrega um cajado de madeira na mão.

Ele usa uma prótese de madeira em uma das pernas.

Possui uma mochila com um saco de dormir amarrado em cima, e também possui uma bolsa que fica apoiada com uma alça na vertical onde guarda vários papéis e mapas.

Personalidade
Aerron é um gnomo extremamente leal e patriota, quando se trata de seu país e lideres ele se empolga e os defende de qualquer insulto, também tem um grande apreço por sua família, sendo super protetor algumas vezes mas sempre prezando pela liberdade.

Aerron valoriza uma boa estrutura hierárquica, pois na sua visão, sem uma boa liderança tudo pode desabar, ele também preza pela estabilidade das coisas de forma bem conservadora, em seu treinamento druídico aprendeu a valorizar o ciclo da natureza e a proteção do plano material, como um guardião do limiar contraiu uma mentalidade de duvidar de qualquer coisa que não seja do plano natural.

Como um bom cidadão de Zilargo, Aerron apoia as decisões do estado, apoia os aliados e é extremamente contra aos inimigos do estados, os goblinóides, vizinhos insuportáveis na visão de Aerron.

Relacionamentos

Família

  • Knox D'Sivis (Irmã Gêmea)

  • Gizmo (Irmão Gêmeo)

Aliados

  • Mirtilo

  • Ron

  • Saadia

  • Sayax

  • Talannah

Inimigos

  • Dyrrn

  • Khyber

Biografia

Backstory
Por muitos anos servi minha nação, mesmo depois da guerra continuo servindo, fui recrutado ainda novo para o Cartel, graças a situação do meu irmão que atraiu a atenção deles, e para não ser considerado uma ameaça em potencial, alguém deveria sempre reportar sobre o estado dele.

Quando a guerra começou fui designado para várias missões como mensageiro e comunicador militar, porém em todo esse tempo não sabia o que queria, o que deveria ser, só o que sabia é que nossos inimigos ameaçavam a paz e isso bastava.

Numa missão de campo acabei sendo capturado pelas forças inimigas junto da minha equipe, eles estavam torturando e matando um por um até que quando estava chegando minha vez uma druida me salvou e me manteve seguro, Kyra era seu nome, ela era uma das oprimidas pela guerra, ela protegia aquela área a anos e não podia fazer nada.

Eu fiquei 3 meses escondido em sua cabana, que era constantemente visitada por um general inimigo que pedia ajuda a Kyra de vez em quando.

Kyra disse ter visto em mim uma espécie de ligação com a natureza, ela me ensinou um pouco sobre a sociedade dos druidas e me disse para ir até às Raias de Eldeen, onde eu poderia saber mais sobre essa minha conexão. De primeira achei que era bobagem, mas ela disse em tom sério então prometi a ela que assim que a guerra acabasse eu iria para lá.

Quando já havia passado um tempo eu finalmente sai da cabana de Kyra e comuniquei meus superiores sobre a influência inimiga do lugar. Quando eles vieram dizimaram os inimigos e quando fui dizer a Kyra que a área dela agora estava livre eu a encontrei morta no chão com uma carta em seus braços.

Ela dizia que assim que a área fosse libertada a primeira pessoa que os inimigos suspeitariam de revelar a localização seria Kyra, já que ela era conhecida na área e tinha todos os motivos para trai-los.

Fico com peso na consciência até hoje já que se não tivesse chamado reforços, ela ainda estaria viva, ela não merecia morrer.

Quando a guerra acabou fui até o local que Kyra havia falado, lá aprendi e entendi o que é ser um druida e minha concepção sobre o mundo mudou.

Quando terminei meus aprendizados retornei a Zilargo para prosseguir com meus deveres com a casa e com o Cartel, a última missão que eles me deram era a de vigiar meu irmão novamente e reportar qualquer problema para um mediador.

E assim eu fiz, descobri que meu irmão havia se tornado um aventureiro da guilda de cliftop e fiz o mesmo, confio no Cartel e sei que isso é para o próprio bem do Gizmo.

Campanhas

Relíquias do Passado | Temporada 1
No início de Relíquias do Passado, Aerron recebeu do cartel a missão de vigiar seu irmão, Gizmo, por ele possuir uma marca aberrante, algo incomum entre os gnomos. Junto a Gizmo e sua irmã Knox, Aerron se inscreveu na Guilda dos Aventureiros de Sharn, onde conheceu Mirtilo, um bardo elfo de ar melancólico, e Sayax, um draconato guerreiro. Entretanto, sua primeira missão terminou em tragédia: Aerron foi morto por uma azagaia lançada em suas costas.

Gizmo, desesperado, se endividou para pagar por sua ressurreição, um ato que Aerron jamais esqueceria. Recuperado, ele e o grupo embarcaram em uma nova missão, onde conheceram Talannah, uma forjada disfarçada de elfa. Ao descobrir sua verdadeira natureza, Aerron a viu apenas como um objeto, não como um ser vivo. Durante a investigação de um artefato misterioso, enfrentaram goblinóides dos Daask e se infiltraram em um esconderijo deles, onde libertaram uma súcubo chamada Prazer, que enfeitiçou Aerron, deixando-o completamente fascinado por ela.

Após encontrarem a relíquia misteriosa, o grupo a entregou à criminosa Iliria Boromar, que se tornara sua patrona. Aerron, no entanto, não gostou da aliança, pois Iliria praticava sonegação de impostos e tentava envolvê-lo no esquema. No ponto de encontro, o próprio Rei Boronel apareceu e revelou que a relíquia era, na verdade, um controlador de forjados. Ele a ativou, subjugando todos os forjados — exceto Talannah, que permaneceu imune, por razões desconhecidas.

Pouco depois, Aerron se separou do grupo quando ele e Knox foram convocados pela Casa D’Sivis para integrar o Projeto Tasker, uma iniciativa ultra-secreta que visava traduzir profecias dracônicas, algo que a Casa ainda não conseguira realizar. No posto de Graywall, próximo à fronteira de Breeland com Droaam, conheceram o misterioso Senhor "D", que revelou que os dragões usavam uma tinta especial extraída de uma flor exótica. Graças ao seu conhecimento druídico, Aerron identificou-a como a Flor de Xoriat, uma planta rara encontrada apenas em Karrnwood, ao norte de Karrnath.

Determinado a cumprir sua missão, Aerron partiu para Karrnwood ao lado de Knox e do Sr. "D". Lá, encontraram uma dríade que os alertou sobre o perigo da flor: seu ar era venenoso e ela não podia ser tocada diretamente. Com essa informação, Knox usou seu autômato para coletá-la e armazená-la em um jarro seguro. De posse da tinta necessária, retornaram à Casa D’Sivis, permitindo o início do processo de tradução das profecias dracônicas.

Com essa etapa concluída, Aerron e Knox voltaram para seus antigos companheiros, que agora estavam enfrentando um novo inimigo: o temível Lorde Algus, um homem com quem Mirtilo havia desenvolvido uma forte inimizade. Ao longo da jornada, descobriram que Algus era, na verdade, o Lorde Tarkannan, o líder dos portadores da marca aberrante. Além disso, ele também buscava as lendárias Relíquias do Passado, o que colocou o grupo em um embate direto contra ele.

Durante um ano, os aventureiros tentaram impedir que Algus obtivesse as relíquias, mas não tiveram sucesso em encontrar nenhuma delas antes dele. No entanto, a batalha final ocorreu em sua fortaleza em Cyre, onde o grupo conseguiu matá-lo após um combate intenso. Com a queda de Algus, o objetivo inicial parecia ter perdido o sentido, e o grupo acabou se separando, cada um seguindo seu próprio caminho.


Relíquias do Passado | Temporada 2
Com a batalha contra Algus no passado, Aerron decidiu retornar a Zilargo sozinho. Ele amava sua terra, mas estava triste, pois não conseguia entender seu irmão direito. Seu irmão era volátil e prejudicava o grupo. Além disso, Aerron sentia-se carente de propósito. Ao voltar para as terras de sua família, que estavam desocupadas desde o desaparecimento de seus pais — provavelmente obra do Cartel —, ele escolheu não investigar mais a fundo, pois confiava no Cartel, assim como todos os gnomos de Zilargo.

Ele rogou por um sinal de Eberron, mas não foi atendido. No entanto, um Ent chamado Pé de Abeto, uma árvore animada, ouviu Aerron e conversou com ele. O Ent comentou que a voz de Eberron poderia ser ouvida em Argonessen, onde Aerron poderia obter respostas. Porém, ao refletir junto ao Ent, Aerron achou melhor retornar a seus amigos para guiá-los em seu propósito inicial: buscar as relíquias do passado e utilizá-las para impedir o ressurgimento de Khyber, irmão de Eberron.

Para sua surpresa, seus amigos já haviam sido reunidos por uma figura chamada Alcíades. Esse indivíduo conseguiu encontrar Mirtilo, o mais esguio do grupo, mas Gizmo recusou-se a se juntar. O grupo seguiu sua primeira pista: os diários da mãe de Tallanah, que havia escrito sobre as relíquias em vida. Para isso, viajaram em uma das naves do príncipe Orgaev, que, enquanto reerguia seu reino em Cyre — agora livre da névoa perigosa —, decidiu apoiar o grupo em sua busca.

Durante suas viagens, o grupo encontrou diversas figuras importantes, incluindo Jaela Daran, porta-voz de Tyra e representante da Chama Sagrada. Ela confiou ao grupo a primeira relíquia, o Arco de Tyra, mas escolheu entregá-lo a Mirtilo, que, ironicamente, nem arqueiro era. Um dos objetivos secundários da jornada era restaurar Prazer, que havia sido reduzida a um único coração por Lorde Algus. Esse coração atormentou Mirtilo ao longo de sua jornada até Xen’drik, pois, segundo Algus, ele era a chave para encontrar a Gaita de Foles dos Gigantes, outra relíquia.

O grupo conseguiu trazer Prazer de volta por meio de um ritual realizado em uma dimensão paralela, acessada por uma árvore ao norte de Karrnath. No entanto, em vez de retornar como uma infera, Prazer ressurgiu como uma guerreira celestial de Tyra. Durante o ritual, Silas, a alma gêmea de Mirtilo, que possuía seu corpo, usou a mesma forja para restaurar a Pedra Chave, destruída junto à névoa de Cyre. Após isso, ele fugiu para o Terceiro Reino.

Na sequência, o foco do grupo tornou-se o Amuleto dos Anões, também conhecido como Amuleto dos Daelkyr, uma relíquia corrompida. Porém, por um erro de Mirtilo, eles foram teleportados para o Terceiro Reino, onde encontraram Silas. Este demonstrou as maravilhas que a Pedra Chave trouxe ao seu reino e, em troca de informações, enviou-os para Risia, o Plano do Gelo. Lá, procuraram a Espada de Syberis, mas encontraram apenas uma fortaleza destruída e sem a relíquia. Presos no frio absoluto, onde nenhuma fonte de calor funcionava, Aerron usou suas habilidades mágicas para identificar portais e a morada de uma bruxa chamada Tralis de Escamas. Mirtilo, em sua astúcia duvidosa, negociou um portal de volta para Eberron ao preço de tornar-se escravo e amante eterno da bruxa, algo que Aerron achou hilário.

De volta ao mundo, seguiram para o Leste em busca do Amuleto dos Daelkyr. Superaram desafios e labirintos cavernosos até encontrarem o demônio Mephistopheles, que se instalara na montanha. Sem alternativas, Aerron fez um pacto com o demônio: em troca do acesso à câmara do amuleto, deveria ir até o templo de Asmodeus em Xen’drik dentro de um mês para encerrar seu poder na área. Como bônus, recebeu aprimoramentos em suas transformações druídicas, podendo assumir formas bestiais e infernais. Ao liberarem o caminho, enfrentaram o Dragão Azul de Helena, uma jovem que Aerron considerava incrivelmente tola, mas por quem nutria certo carinho. Deixaram o dragão inconsciente e abriram o cofre do amuleto. Knox foi escolhida para portá-lo. Enquanto isso, Mirtilo, seduzido por uma entidade disforme de Tira, tocou o Arco de Tyra nas águas corrompidas da câmara, manchando sua essência e corrompendo a relíquia.

Com novos destinos traçados, seguiram para a Universidade de Arcanix em busca de um dos livros perdidos de Suzanna, mãe de Tallanah. Durante a estadia, Mirtilo reencontrou seu irmão e sobrinho, e o grupo conseguiu acesso à biblioteca após negociações com Adal, irmão da rainha Aurala e diretor da universidade. Durante a noite, Tallanah realizou um ritual conduzido por Lorde Algus, substituindo sua Orbe da Vida por duas dracoestilhas — uma de Khyber e outra de Syberis — para usá-la sem ser afetada. Algus revelou-se presente em sua mente desde sua derrota, mas Tallanah garantiu que estavam alinhados: se um morresse, o outro morreria junto.

A última etapa da jornada os levou a Xen’drik, onde tiveram que ajudar a cidade local para obter informações sobre o templo de Asmodeus que estava com problemas com vampiros, uma das periguetes de Mirtilo havia se transformado em um inclusive, o que Aerron novamente achou hilário. Eles enfrentaram vampiros e selaram um acordo com seu líder, garantindo as informações necessárias. No templo, enfrentaram armadilhas até descobrirem que não se tratava de um simples santuário, mas sim um local de manifestação do próprio Asmodeus. Após uma batalha árdua, Aerron cumpriu seu pacto e eles abriram um portal direto para a Cidade Obsidiana, outro de seus destinos, e que possuía conexão com a Gaita de Foles dos Gigantes. Lá, encontraram Algus ao lado de Saadia e de um homem chamado Ron, que portava a Espada de Syberis, roubada por Dyrrn. A cidade estava cercada por rakshasas a mando de Dyrrn, levando a um confronto contra seu aspecto e um dragão corrompido. Conseguiram derrotar Dyrrn temporariamente, libertando Saadia, mas sabiam que o verdadeiro ainda estava à solta.

No meio do caos, Mirtilo conseguiu acesso à Gaita de Foles e fez um desejo, mas sua falta de clareza fez com que a relíquia interpretasse suas palavras literalmente, transportando o grupo para outra dimensão. Entretanto, Aerron ficou para trás, pois Knox morreu e o amuleto que ela portava precisava de um novo portador para estabilizar o espaço ao seu redor. Absorvido pela perda da irmã, Aerron tentou conter a fragmentação do local e acabou sendo enviado para outro lugar. Agora, como novo portador da relíquia, ele precisava encontrar um meio de se reunir com seus amigos.


Relíquias do Passado | Temporada 3
Aerron despertou sozinho em uma caverna com o Amuleto dos Daelkyr em seu peito. Lá, encontrou Caldeus, um homem-raposa criado magicamente por Mirtilo de forma literal. A caverna estava sendo escavada por duergares sob o comando de Caldeus, mas Aerron não quis demorar e logo encontrou uma saída, descobrindo que estava próximo a Kronapeak.

Reunindo-se com seus amigos em Metrol, Aerron e o grupo estavam agora focados em encontrar a última relíquia necessária: a Pedra Chave. Enquanto Mirtilo investigava seu paradeiro, Aerron ajudou Ron a purificar a espada de Syberis da corrupção de Dyrrn. Durante a jornada, descobriu que a espada poderia oferecer sua lealdade caso ele precisasse se tornar seu portador.

Ao retornar, Aerron auxiliou seus companheiros com sua sabedoria, mas a busca pela Pedra Chave continuava sem respostas. Após dez anos, uma zona de anti-magia começou a se espalhar com origem provável em Xendrik. Nesse período, Mirtilo finalmente conseguiu contato com Emona, que estava com a relíquia, mas descobriu que ela havia sido roubada antes que pudessem recuperá-la.

Enquanto buscavam mais informações, Mirtilo se envolveu em problemas com uma gaita de foles e foi acidentalmente enviado para outro plano. Aerron e Sayax partiram para resgatá-lo e, como esperado, Mirtilo retornou não apenas com um pacto com uma bruxa, mas também quase beijando sua ex, Tralis de Escamas.

De volta a Eberron, eles ajudaram Mirtilo a concluir seu pacto, ficando finalmente livres para buscar a Pedra Chave. Com a ajuda de Algenor, Aerron descobriu que a relíquia poderia ser encontrada no Bosque Sagrado, um plano especial acessível através de uma cerejeira única. Para encontrá-la, partiram para os Principados de Lhazaar, onde uma história antiga mencionava tal árvore.

Durante a viagem, chegaram a uma cidade atacada por uma tartaruga-dragão. Aerron tentou acalmar a criatura, mas seu ódio era tão profundo que nada pôde ser feito. Conseguiram carona em um navio de um duque local, morto pelo monstro, e conheceram uma mulher misteriosa que alegava ter uma missão dada por Eberron. Ao se aproximar dela, Aerron desmaiou, e a mulher fugiu usando seu cajado.

Talannah conseguiu convencê-la a retornar, e o filho do duque, agora capitão, decidiu perdoá-la. O grupo seguiu viagem e, ao chegarem ao destino, precisaram prestar serviços à Garra Esmeralda. Durante essa missão, descobriram que a mulher que haviam encontrado era Ir Winarn, legítima herdeira ao trono de Galifar.

Finalmente, ao encontrarem a cerejeira especial, cruzaram para um plano de pântano infinito antes de chegarem ao Bosque Sagrado. Para alcançar a Pedra Chave, Aerron precisou sacrificar sua dracoestilha especial de Eberron, o que o entristeceu profundamente, mas considerou um preço pequeno a pagar pela missão.

Quando finalmente se aproximaram da relíquia, Saadia a tocou e, num instante, Aerron foi transportado para um universo paralelo com memórias distorcidas. Apenas Saadia parecia estar consciente da mudança, e juntos, reuniram os outros membros do grupo até que ela encontrou novamente a Pedra Chave, permitindo que todos retornassem à realidade.

De volta a Eberron com todas as relíquias reunidas, o grupo percebeu que não estavam mais no mesmo tempo. Haviam reaparecido no meio do Deserto das Lâminas e, ao tentarem se comunicar com conhecidos, descobriram que sua jornada durou vários anos, alterando drasticamente o mundo que haviam deixado para trás.


Relíquias do Passado | Temporada 4
Campanha em andamento.

Curiosidades

O nome Aerron vem diretamente de Eberron, porém o jogador Nikolas gosta de manter um padrão onde todos os seus personagens devem começar com a letra "A", ele então formou a palavra Aerron, que se pronuncia com o A mudo e os dois R's com som de um R só, a pronuncia ficaria como "éron"

Aerron não come carne nem frutas, ele prefere as Goodberrys que ele invoca


Apelidos

Títulos Guardião do Limiar

Pronomes Ele/dele

Raça Gnomo

Classe Druída
Círculo da Lua

Idade 72

Idiomas Comum
Druídico
Gnomo

Locais Zilargo
Khorvaire

Jogador Nikolas Raposo