“Os olhos dos justos e o caminho da punição.”

Orlannis, o Guardião do Véu Prateado, é o deus da vigilância, da justiça e dos mistérios ocultos. Ele representa a necessidade de equilíbrio entre a verdade e o segredo, ao haver momentos em que a revelação traz ordem e outros onde o conhecimento pode levar ao caos. Seu julgamento é impessoal e inflexível, e sua visão enxerga além do que é aparente, desvendando conspirações, mentiras e tramas ocultas.
Orlannis é frequentemente representado como uma figura imponente vestida com um manto escuro e um elmo sem rosto, onde somente um único olho prateado brilha no centro. Em algumas esculturas e vitrais, ele surge como uma silhueta encoberta pela névoa, simbolizando sua natureza enigmática e o equilíbrio entre luz e sombra.
Símbolo Sagrado: Um elmo sem rosto com um único olho prateado no centro.
Cor Sagrada: Prata e azul profundo.
Animal Sagrado: A coruja, símbolo de sabedoria e vigilância noturna.
Possui um tempo em Valfior Templo do Véu de Prata.
"A Justiça Vê Além da Máscara"
A verdade sempre se revela para aqueles que sabem onde olhar. Nenhum crime ou conspiração pode se esconder para sempre.
"Segredos são um Fardo, Não um Privilégio"
O conhecimento deve ser tratado com cautela, pois algumas verdades podem condenar tanto quanto libertar.
"Vigilância Sem Descanso"
O mal prospera onde a vigilância falha. Aquele que protege a ordem deve sempre observar, mesmo quando ninguém percebe sua presença.
Reza a lenda que no alvorecer da civilização, Aedros ergueu a primeira forja e cunhou o primeiro juramento. Mas ele sabia que os mortais quebrariam suas promessas se não fossem vigiados. Então, chamou Orlannis, que colocou seu olho prateado sobre o mundo, garantindo que aqueles que tentassem fugir da justiça não escapassem. Desde então, todo contrato forjado em Valfior deve ser testemunhado sob o olhar desses dois deuses.